Património Cult. Edificado

PATRIMÓNIO CULTURAL EDIFICADO E TURISMO NA FREGUESIA

Para visitar a freguesia, o turista terá de seguir as principais vias de acesso à nossa freguesia, que são a EN335, que faz a ligação Norte-Sul do concelho, a EN334, que faz a ligação do inteior para o litoral, entre os concelhos de Anadia e Mira. Contudo, a maior parte das estradas da freguesia têm a importância de ligar os diversos lugares.
Chegado à freguesia, o viajante terá a oportunidade de observar as belas paisagens naturais, rodeadas de tons verdejantes, apropriadas para um pouco de descanso. No entanto, o seu património cultural edificado é de extrema relevância e merece a atenção de quem o visita, sendo de destacar, para além das capelas e das fontes, os seguintes:

Igreja paroquial e cemitérioIGREJA MATRIZ 
Templo de construção anterior a 1558, dispõe duma torre sineira inaugurada em 1727. Esta igreja possui alguns elementos de grande interesse arquitectónico, com especial realce para a imagem de Santo António, uma escultura em pedra de Ançã, feita em 1558 por João do Ruão, tendo custado, na altura, 2000 reis à Sé de Coimbra. Também se destacam as imagens de São Braz, de São Sebastião e de São João, todas datadas do século XVI e ainda alguns retábulos oitocentistas.
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Cruzeiro do Santíssimo de CovõesCRUZEIRO DO SANTÍSSIMO DE COVÕES E CRUZEIRO DO MONTE ARCADO
Tendo em conta um parecer de Agosto de 2003, emitido pelo Instituto Português do Património Arquitectónico, este cruzeiro é classificado como Monumento de Interesse Público Municipal, sendo propriedade do estado Portugûes. Localiza-se dentro do perímetro urbano de Covões, num pequeno largo onde se encontra confrontado por casas de habitação particular e pela Casa do Povo. Apesar de não existir documentação sobre a data de construção, de acordo com fontes bibliográficas tais como o « Inventário Artistico de Portugal » de António Nogueira Gonçalves, esta recuará aos séculos XVI ou XVII. Em Portugal os cruzeiros deste tipo abundam de norte a sul, sendo considerados simbolos de devoção religiosa representativos da crença popular. O nosso cruzeiro poderá ter sido construido, como muitos outros, para assinalar um facto histórico notável ocorrido na região, mas do que não existem referências conhecidas. É mais provável que a sua existência tenha uma razão mais religiosa, pois estes monumentos são associados à crença da necessidade de protecção contra influências maléficas e feiticeiras nos largos das aldeias e em determinadas encruzilhadas.
Em conclusão, o cruzeiro do Santíssimo, após um processo de restauro, recuperará o seu antigo esplendor como monumento de valor histórico pois, usando os materiais mais adequados, ficará enquadrado num espaço que o recolocará num pequeno largo guarnecido por passeios e espaços ajardinados.
Um outro cruzeiro também muito conhecido é sito no lugar de Monte Arcado que, por ser a localidade mais antiga referenciada em documentos datados de 1271, poderá ter sido o antigo « pelourinho » por se situar no largo contiguo ao « curral do concelho ». A primeira referência que se conhece é de 1698, tendo sido sucessivamente reconstruido em 1940, 1955, 1980 e 1996.

Monumento ao músico filarmónicoMONUMENTO AO MÚSICO FILARMÓNICO
Trata-se duma escultura em bronze, em tamanho natural , dum saxofonista que está devidamente trajado e de uma criança que parece apreciar, com entusiasmo, o seu desempenho musical.
Esta escultura foi executada por José Berardo.

Construído no largo de Santo António (em Covões) em 1993 aquando do aniversário dos 125 anos de existência da Filarmónica, é digna homenagem da Sociedade Filarmónica e das gentes dos Covões (freguesia) aos músicos da sua terra e a todos aqueles que, de alguma forma, estiveram, estão ou virão a estar ligados à Banda Filarmónica de Covões.

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.alojamentos em CovõesNão existem na freguesia infra-estruturas próprias para o alojamento dos visitantes.